Seguro diz não ser aceitável que "morrer na estrada continue a ser uma fatalidade"

Seguro diz não ser aceitável que "morrer na estrada continue a ser uma fatalidade"

O presidente da República diz que não podemos aceitar que morrer na estrada seja uma fatalidade. António José Seguro referiu-se aos 90 mil acidentes e dos 300 mortos já registados este ano.

RTP /
"Permitam-me que a propósito dos acidentes rodoviários, deixe um alerta: Não podemos aceitar que morrer na estrada continue a ser uma fatalidade. Cada morte é uma família destruída, um projeto de vida interrompido", advertiu António José Seguro este sábado, em Celorico de Basto, distrito de Braga.

Discursando nas comemorações do centenário da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Celoricenses, o chefe de Estado apelou "a uma cultura de responsabilidade nas estradas portuguesas", e lembrou os "números dramáticos" dos acidentes rodoviários.

"Em 2025, morreram 589 pessoas nas estradas portuguesas, 2.476 feridos graves. Em 2026, houve mais de 90.000 acidentes, cerca de 300 mortos e 1.786 feridos graves. São números dramáticos, que não podemos aceitar. Temos todos, o dever de agir. Paremos esta tragédia", apelou o Presidente da República, perante centenas de pessoas.

O chefe de Estado inaugurou no local um Monumento ao Bombeiro, considerando ser, "antes de mais, um sinal de respeito, de gratidão e de memória".

c/ Lusa
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